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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

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Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

30.05.18

Os 28 comprimidos


Luís Alves de Fraga

Os 28 comprimidos

 

Tenho de tomar bastantes medicamentos todos os dias. Não é que lastime o facto, porque, enquanto os tomo, garanto que estou vivo e com alguma qualidade de vida. Pior seria se tendo de os tomar e não possísse condições económicas para os comprar… Pela certa, não estaria aqui a escrever isto!

 

Vem este discurso a propósito de haver medicamentos que tenho de tomar TODOS OS DIAS e cujas embalagens só trazem 28 comprimidos. Isto é um negócio! Um escandaloso negócio, que se poderia designar por roubalheira. Vejamos.

Em boa verdade, as caixas de comprimidos deveriam conter 30 unidades para darem cobertura a um ano de tomas ou, se se preferir, a 12 meses de tomas. Mas não! Olhemos então o “negócio”.

Façamos uma conta muito simples: dividir 365 dias por 28 comprimidos, dá qualquer coisa como 13 ou seja, o “cliente”, que neste caso é um doente, que carece do medicamento TODOS os dias, tem de comprar 13 caixas, em vez de 12 em cada ano!

 

Estão a ver, meus Caros Leitores, como se ganha dinheiro fácil?

Basta tirar 2 comprimidos em cada caixa de um medicamento indispensável e de uso permanente para obrigar o paciente a comprar mais uma caixa em cada ano! Parece pouco, não é?! Mas, então, multiplique-se o preço de uma caixa por milhares, talvez milhões de pacientes e veja-se como se ganha o “décimo terceiro mês” de compensação.

 

A indústria farmacêutica é extraordinária! Faz e manda fazer investigação caríssima, mas guarda para si a “parte de leão”!

Quando meditamos um pouco mais neste “negócio” dos 28 comprimidos por caixa, em medicamentos de CONSUMO PERMANENTE, começamos a perceber que a indústria farmacêutica não é tão honesta como parece ao mandar descobrir novos meios de tratamento! E esta desconfiança até nos pode levar a pensar que já se conhecem curas para certas doenças que, no entanto, são mantidas em segredo para não se “matar a galinha dos ovos de oiro”. Mas mais interessante é o facto de, para os mesmos medicamentos, quando passam à categoria de “genéricos” continuarem com a mesma política dos 28 comprimidos! Bestial! O nosso INFARMED dá cobertura a esta roubalheira e nem tuge nem muge!

Pensem nisto, meus Amigos.

Por hoje é tudo.

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