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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Ir à escola

 

É muito bonito o que os membros do Governo fizeram indo à escola no dia do início das aulas. Muito bonito! Mas - estes mas são tramados! - o pior é que durante o resto do ano lectivo a escola entra no esquecimento destes governantes. Vai-se à escola para animar alunos e professores, mas, também, para ficar na fotografia!

 

E por falar em professores, será que os ministros sabem que estes agentes da transmissão do conhecimento são cada vez menos isso mesmo para passarem a ser uns burocratas encartados, que por acaso - e não estou a exagerar - também dão aulas?

Sabem os ministros e sabem os cidadãos que os professores têm uma carrada de papéis para preencher enquanto dão aulas, atendem os pais dos alunos, vigiam provas, corrigem trabalhos e pensam em métodos para melhor entusiasmar uma população estudantil que, cada vez mais, está interessada nos telemóveis que os pais lhes compram e nos jogos electrónicos que podem fazer quando estão fora das vistas e das autoridades dos docentes?

 

O velho professor do liceu que era também escritor, investigador, autor de livros de exercícios, etc. desapareceu completamente. Esse mestre, que era dono de muito do seu tempo e que com isso enriquecia a suas aulas, já não existe! Não existe, porque, desde os directores das escolas aos funcionários do Ministério, toda a gente acha que o professor, porque tinha tempo disponível, era um privilegiado! Que estupidez e que gente e país tão mesquinho!

 

O professor precisa de tempo para aprender, porque só quando sabe muito é que se torna num mestre. E um bom mestre desperta nos alunos - em alguns - desejos de competência. Portugal precisa de professores e de alunos competentes e não de gente que cumpre horário só para se dizer que está no local de trabalho.

 

Senhores ministros vão mais vezes à escola e falem com os professores. Mas falem, não em conversa de circunstância, para perceberem os dramas de quem ensina.

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