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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Vamos ver o que acontece

 
Faltam pouco mais de dez anos para passar o centenário do assassinato do Presidente da República, Sidónio Pais. Foi à entrada da estação ferroviária do Rossio. Mas, dentro de meses, faz noventa anos sobre esse dia 14 de Dezembro de 1918 no qual um outro Costa desferiu as balas de pistola que mataram o ditador chamado por Fernando Pessoa Presidente-Rei.
 
Ditador ou não, amado ou odiado, Sidónio Pais foi Chefe de Estado, assim como D. Carlos I. Foi mais do que D. Luís Filipe, que não passou de um aspirante ao cargo desempenhado por seu pai, por isso, na lógica republicana, não passível de ser incluído na homenagem feita ao assassinado rei, mas que os monárquicos, pressurosamente, nela abrangeram.
 
Tenho uma certa curiosidade em ver o que a imprensa diz lá para do mês de Dezembro e, mais do que isso, tenho interesse em observar a reacção dos editores e livreiros. Será que vão buscar aos armazéns toda a casta de obras esquecidas sobre Sidónio Pais para a exporem nos escaparates à espera de uma venda oportunista?
 
Pensarão os leitores que sou mesquinho nestas apreciações! Creiam que não me move tal sentimento. Vou mais longe na minha preocupação. Mais longe, porque me deleito a observar a falta de verticalidade, de força, de entusiasmo, de paixão, deste Portugal republicano. Os brandos costumes não são, afinal, nada mais do que uma falência no carácter colectivo do nosso Povo. Damos vivas a este, hoje, como, amanhã, poderemos dar ao outro. Faltam-nos convicções; que não as há boas ou más… Ou se têm ou não. E quem as não tem comporta-se como nós! É por isso que transitam as maiorias de um para outro partido! Porque, onde imperam as fortes convicções, perduram os senhores do Poder, em especial quando ele é exercido democraticamente. A alternância é difícil, mas, se ocorre, é por castigo.
 
Vamos ver o que acontece lá para Dezembro…

 

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