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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

30.08.06

O primeiro aniversário


Luís Alves de Fraga

 

Passa hoje exactamente um ano que fiz aparecer no mundo cibernáutico o «Fio de Prumo».

Sem falsas modéstias, estou satisfeito com o resultado destes 365 dias decorridos. A minha satisfação não me vem dos factos denunciados — a maior parte das vezes, verdadeiros atentados aos militares, outras aos cidadãos portugueses em geral e, algumas, à humanidade em geral — mas da audiência e recepção que tiveram os apontamentos que fui lançando para o ar. Muitas foram as palavras de incentivo que recebi nos comentários deixados no blog ou mesmo pessoalmente. É provável que a amizade e simpatia tenham ditado muitas dessas manifestações. Contudo, fosse como fosse, foram um motivo para, em cada semana, procurar ir deixando mais uma crónica no «Fio de Prumo».

Só à guisa de mera recordatória gostaria de deixar dito que, neste ano, escrevi, para aqui figurarem, cento e dois apontamentos que mereceram trezentos e trinta e dois comentários. O número de visitas ao blog ultrapassa em muito aquele que está indicado no contador, porque este só começou a contagem em Março e, pelos valores de então até ao presente, a média de visitas mensais ao «Fio de Prumo» foi de 1.501. Digamos que estes algarismos me impõem respeito e responsabilidades, pelo menos, morais.

O instrumento que ajuda os pedreiros a verificar a verticalidade das paredes e colunas que constroem, tem sido o mesmo ao qual, em consciência, deito mão para medir os juízos que faço do comportamento de quem tem responsabilidade de governar e zelar pelo interesse da colectividade e não só de alguns.

Continuarei, no ano que agora se inicia, a olhar com olhos críticos a sociedade e os responsáveis. Não pelo prazer de «estar no contra», mas pela necessidade de, criticando, poder ajudar os meus leitores a olhar sob outros ângulos assuntos que, muitas vezes, são iludidos por quem devia usar de lisura e correcção para connosco.

Tenho de agradecer a todos quantos tiveram paciência para desbravar as explanações que fui deixando nas páginas virtuais deste quase diário pessoal.

Prometo que, dentro das limitações do tempo e da disponibilidade mental, continuarei como até aqui. De hoje a um ano farei novo balanço, se for caso de isso.

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