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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Marquês

 

Nos tempos da quase falência financeira da quase falida Monarquia portuguesa, vendiam-se títulos de nobreza a quem desse mais dinheiro por eles e, daí nasceu a célebre interrogação: «Foge cão, que te fazem barão! Para onde, se me fazem visconde?».

 

Dá-me vontade de, parafraseando esta ideia e usando o título de marquês, gozar com a Procuradoria-Geral da República que, na falta de arranjar "matéria-prima" junto das lixeiras onde ela abunda, "enfia" tudo o que passa "perto" no, longo e sem fundo, "saco da operação marquês".

Quem faltará acusar?

 

Cuidado! Que tenha muito cuidado quem "trabalha" lá para os lados de Alcântara, em devido "regalo", pois não vá o Ministério Público lembrar-se de mexer em passados distantes!

Cautelas

 

Portugal precisa de todo o mundo para viver. Literalmente, todo o mundo.

Portugal vive de vender para fora e de comprar o que vem de fora. Sempre esteve muito longe de ser um Estado economicamente autónomo. Daí que Portugal não se possa dar ao luxo de gerar maus ambientes diplomáticos com outros Estados. Todavia, isso não é motivo para que as mós da Justiça deixem de moer! Contudo, podem moer silenciosamente, sem publicidade, com eficiência e, acima de tudo, com diplomacia.

Angola já não é uma colónia há mais de quarenta anos! O pacto diplomático devia envolver a Justiça e os órgãos de comunicação social. Tudo deveria passar pelas chancelarias e só quando acordado, seria do domínio público!

Infelizmente, o nosso jornalismo, querendo ser sensacionalista, é chocalheiro.

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