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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Mais um aniversário

 

 
No dia 30 de Agosto — estava eu fora de Lisboa no gozo de umas curtas férias — passou o quarto aniversário da publicação continuada do «Fio de Prumo».
Não vou fazer uma análise do que foi mais este ano, até porque, devido a razões profissionais ligadas à minha actividade académica, não fui muito assíduo na colocação de crónicas neste blog. Realmente, não passaram de trinta e duas as postagens que deixei à crítica dos meus leitores.
O «Fio de Prumo» já conta com 254 crónicas que mereceram, desde 30 de Agosto de 2005 até agora, 1783 comentários. Ao relê-las vejo que tenho material suficiente para publicar dois livros de assuntos diferentes: um, sobre questões de ética e vida militar; outro, do âmbito da política nacional. Julgo que, no círculo dos meus leitores, tenho ajudado a provar que a Democracia pode ser um instrumento vivo e actuante, pois, ao escrever para a blogosfera, espero sempre contribuir com uma visão e uma interpretação pessoais dos diferentes temas de modo a despertar consciências, a avivar debates, a formar opiniões.
Nada prometo a todos os que visitam este sítio quanto a assiduidade de publicação, mas, neste momento, deixo-vos a minha profunda angústia quanto ao futuro de Portugal, ao futuro de todos nós e, até, quanto ao futuro da Democracia tal como vem sendo praticada, já que, ainda bem recentemente, um político responsável por um dos partidos candidato à governação, fazia a descarada apologia da democracia madeirense como exemplo de liberdade. Angustia-me o futuro dos meus filhos e dos meus netos, pois auguro-o bem mais negro do que foi a minha vida… E eu nasci em tempo de grandes restrições, vivi a minha infância e adolescência no pós-guerra mundial, estive presente duas vezes no teatro de guerra moçambicano e passei pelas crises pós-25 de Abril de 1974! Nada disto foi superior ao negrume que se avizinha para Portugal! Somos pobres e não sabemos comportarmo-nos como tal ou ultrapassar o patamar do infortúnio colectivo.
 
O «Fio de Prumo», fiel à verticalidade que as leis da Natureza lhe impõem, vai continuar enquanto as forças e o tempo não me alquebrarem.

 

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