Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Desilusão

18.05.19, Luís Alves de Fraga
  Tenho estado, como é meu hábito, atento às notícias nacionais e internacionais, mas mais do isso, atento aos debates feitos nas várias estações de televisão. E é aí, por causa dos noticiários, que hoje me vou focar.   Por certo, muitos dos meus leitores e amigos, têm percebido que, de há anos a esta parte, aumentaram exponencialmente as averiguações jornalísticas e judiciais sobre casos de corrupção, fraude e outros crimes praticados por agentes do Estado ou por (...)

Resposta a Cristina Miranda

16.05.19, Luís Alves de Fraga
  Pois é, às vezes, acontecem coisas para nos ensinarem a estarmos calados! A “aliancista” Cristina Miranda, escreveu a página do seu partido – o do Pedro Santana Lopes – o seguinte, entre outras bacoradas, comparando a assistência sanitária do tempo do Estado Novo e o da nossa democracia de hoje: «A verdade que ninguém ousa dizer é que o SNS está a morrer por via da “sovietização” do mesmo, que cria uma dependência total e absoluta no Estado. Um sistema que dá (...)

História e corrupção em Portugal

14.05.19, Luís Alves de Fraga
  Cada dia que passa oiço falar mais em corrupção, tal como se isso fosse assunto descoberto agora e se tratasse de uma novidade entre nós. Não é, não foi e, provavelmente, desde sempre – um sempre com vários séculos – houve corrupção neste país de “brandos costumes”.   Olhando para o tempo áureo dos Descobrimentos e dos “fumos” da Índia, lendo as crónicas e relatos deixados, desde Duarte Pacheco Pereira a Gaspar Correia, passando por Fernão Mendes Pinto e (...)

Sentimento contraditório

13.05.19, Luís Alves de Fraga
  Depois de ter seguido nos noticiários televisivos os excertos, escolhidos, da audição de Joe Berardo na comissão parlamentar, fui ver, no YouTube, o diálogo entre Virgílio Macedo e o comendador. Ao cabo de vinte e quatro minutos estava instalado o sentimento contraditório.   O que ouvi e, em especial, vi foi um “velhote” aparentemente bem vestido, com grande dificuldade de expressão oral, com um olhar vivo, um sorriso passeante entre o matreiro e o inocente, incapaz de (...)

Sondagens

11.05.19, Luís Alves de Fraga
  Tive notícia que, em sondagens levadas a cabo por agências especializadas, a maioria dos inquiridos – bastante mais de 50% – estava contra as reivindicações dos professores. Lastimo que assim seja, pois confunde a árvore com a floresta. Realmente, uma coisa é o direito detido pelos professores do ensino básico e secundário, e outra é o pagamento adveniente desse mesmo direito. Se um não tivesse consequências financeiras pesadas – mais ou menos – nos orçamentos de (...)

Eleições europeias

09.05.19, Luís Alves de Fraga
  Não vou, de certeza absoluta, dizer-vos em que partido votarei nas próximas eleições para o parlamento europeu, mas, não me eximo a criticar este acto de “democracia”. Vamos ser honestos? Vamos dizer a verdade?   Admito que mais de 80% dos portugueses interessados em política, tal como eu, nunca procuraram saber em pormenor – ou mesmo na generalidade – quais foram as matérias discutidas nos últimos cinco anos no parlamento europeu. O que por lá se faz é algo (...)

Estado ou “Estados”?

07.05.19, Luís Alves de Fraga
  Tenho por hábito conversar ao telefone, duas ou três vezes por semana, durante uma hora ou mais, com um amigo de há muitos anos. Desses diálogos nascem, ocasionalmente, os temas para os meus apontamentos e reflexões. É o caso deste.   O comum dos cidadãos tem uma ideia vaga do que é o Estado: entidade abstracta, distante, representada pelo governo, parlamento e tribunais, chegando, até, a admitir essa “presença” nas forças de segurança. Mas o Estado não é este (...)

Hipóteses para explicar uma crise

06.05.19, Luís Alves de Fraga
  Dizem, foi de repente que estalou a crise política em Portugal. Pessoalmente, julgo que não. Não tenho fontes privilegiadas para me fundamentar; limito-me a tentar compor hipóteses viáveis, através dos elementos de conhecimento público. Faço o que a maioria dos comentadores políticos faz: arquitecto hipóteses. Simplesmente, assumo-as como hipóteses e não como verdades.   Qual a razão da intransigência governamental na aceitação da “resolução” do caso (...)

Consultas médicas ao minuto

05.05.19, Luís Alves de Fraga
  Há por aí um anúncio que apresenta umas velhotas a dizer que são do tempo não sei de quê. Pois eu, não sendo velhote, sou do tempo em que ir ao consultório de um médico era, de certa forma, ter garantido um ouvido pronto a escutar e uma série de procedimentos a serem executados pelo clínico. Ele media a tensão arterial, auscultava, palpava, pesava, espreitava para as mucosas oculares, olhava para as unhas das mãos, verificava a existência de gânglios linfáticos, fazia (...)

O polémico Serviço Nacional de Saúde

03.05.19, Luís Alves de Fraga
  Ouvi ontem uma opinião avisada e sensata (pareceu-me) de Eduardo Marçal Grilo, na televisão: uma Lei de Bases não deve conter artigos restritivos (pode-se fazer isto e não se pode fazer aquilo). Concordo, pois, tal como ele disse, a discussão ideológica do direito à saúde e o direito à iniciativa privada nesse sector está já feita na Constituição Política.   Partindo desta posição, atendendo ao que tem sido dito sobre o assunto, admito, tanto tem razão o Bloco de (...)