Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

O espanto da aceleração

(Novo confinamento)

13.01.21, Luís Alves de Fraga
  Muita gente anda espantada com a aceleração da infecção que provoca a Covid 19. Haverá razão para tal?   Não sou especialista em saúde ou matemática, mas julgo ter bom-senso e, assim, permito-me fazer um jogo com números aleatórios que poderá ser qualquer coisa como o que se segue (só estou a tentar ajudar a perceber a razão das medidas de confinamento de modo a contribuir para a tomada de consciência de quem me lê e tem dúvidas sobre o valor deste novo isolamento).   Bom, se estamos com uma taxa de contágio que leva um infectado a infectar mais do que uma pessoa, e se estamos na ordem diária dos 14 mil casos, quer dizer que amanhã poderão estar doentes mais de 14 mil cidadãos, suponhamos, 15 e mil e, na (...)

O fim da democracia?

07.01.21, Luís Alves de Fraga
Ontem, em Washington, vimos em directo a morte da Democracia. Não sei quando vai ser o funeral... Donald Trump foi o assassino da democracia não só nos EUA como em todo o mundo. Desde ontem tudo é possível acontecer em qualquer lado! Não vai grande a distância da invasão do Capitólio da da embaixada de Espanha, em Lisboa, em 1975... E os estrategas das vacinas políticas criados nos EUA, previam, para Lisboa, uma solução tipo Chile de Allende... Que tratamento terão os de (...)

Do radicalismo para a moderação

06.01.21, Luís Alves de Fraga
  O discurso radical, xenófobo, nacionalista, racista parece estar em crescendo entre nós, com uma face bem visível e já com lugar no parlamento. A pergunta que me assalta é: ‒ Haverá alguma razão para se caminhar para estes extremos? Por mais que nos custe admiti-lo, há ALGUMAS razões que, no entanto, não justificam o discurso nem as tomadas de posição. Ao procurar quais são os motivos onde fundamento a afirmação anterior tenho de colocar o dedo em feridas que (...)

Pandemia e guerra

05.01.21, Luís Alves de Fraga
  Há meses eu disse que uma pandemia não era uma guerra e continuo a repetir. Não é uma guerra, mas, em certos aspectos, podemos estabelecer alguns paralelos. Vejamos.   A continuidade aleatória de mortos que provoca, o imenso número de feridos (entenda-se, infectados) que faz em cada dia, o desarranjo que provoca na economia, as impossibilidades que impõe na normalidade da nossa vida, a necessidade de adopção de medidas cautelares para evitar ser ferido ou constar na lista (...)

Presidenciais

04.01.21, Luís Alves de Fraga
  Não me pronunciei mais cedo sobre este assunto, nem quero voltar a ele, porque o acho absolutamente descabido e desinteressante. Marcelo Rebelo de Sousa já está reeleito, mesmo sem eleições! Creio que, sobre isto, não há dúvidas. Contudo, uma vez mais ‒ pese embora algumas qualidades e virtudes que lhe reconheço ‒, sem o meu voto. Julgo, estrategicamente, uma idiotice apresentarem-se candidatos às eleições. Bastava um e podia ser o mais inócuo de todos, para dizer (...)

Livros

(História Libidinosa de Portugal. Sexo e Poder: Da fundação aos nossos dias)

03.01.21, Luís Alves de Fraga
  Continua a ser verdade o que já aqui afirmei várias vezes: leio diversos livros ao mesmo tempo... Estão colocados em sítios "estratégicos" da casa. É uma questão de hábito e, também, de saúde mental, pois tenho de fazer o exercício de recordar o que li antes em cada um dos livros. Normalmente são três os livros que leio.   Este, cuja fotografia da capa apresento, foi escrito por um jornalista com obra publicada e conhecido do grande público e, não é por o autor ser (...)

Páginas do Meu Diário - 18

30.12.20, Luís Alves de Fraga
28 de Fevereiro de 2019 Ao cabo de quatro anos de internato nos Pupilos do Exército, duvidei da minha vocação militar e ansiei por sair para, com uma pequena reconversão nas matérias aprendidas, me matricular na Escola do Magistério Primário, em Benfica, com o fim de me tornar mestre-escola. Não seria uma profissão bem remunerada ‒ os professores ganhavam um valor muito próximo do de um primeiro sargento ‒ mas era, naqueles tempos, uma profissão ainda socialmente muito (...)

Páginas do Meu Diário - 17

27.12.20, Luís Alves de Fraga
27 de Fevereiro de 2019 Dizer que em Portugal há brandos costumes é uma verdade e uma mentira, que, no Estado Novo ‒ o fascismo nacional ‒ foi explorada, até à exaustão, como uma verdade indiscutível e indiscutida e porque, uma mentira repetida mil vezes, torna-se uma verdade, todos nós, ainda gora, aceitamo-la sem nos questionarmos. E, vamos ver, se tenho ao não razão. Sem grande esforço, basta consultar jornais do começo do século XX para por lá encontrar notícias (...)

Natal

26.12.20, Luís Alves de Fraga
Não é um lugar comum, dizer-se que o Natal é a festa mais cristã de todas as festas da humanidade. Hoje vou reflectir sobre essa questão, não só por estarmos em plena época natalícia, mas porque, realmente, não é comum (pelo menos não tenho topado com escritos focando esta questão) interrogarmo-nos sobre as épocas festivas nas igrejas cristãs e as datas das mesmas.   Natal, natalício, natividade são vocábulos com a mesma raiz e que se referem ao nascimento e, por (...)

Democracia e Cristianismo

23.12.20, Luís Alves de Fraga
  Não, não vou cair na tentação fácil e ignorante de dizer que Jesus, o cristo, foi o primeiro comunista! Ensinou, ao que parece, comportamentos sociais e individuais dignos de nota, mas jamais foi comunista. Terá dito algo como: «Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra» e terá dado o exemplo de despretensão quando chamou a atenção para a viúva que, não tendo posses, deu tudo o que tinha como esmola ao contrário do rico que só deu o que não lhe fazia falta. E (...)