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Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

Fio de Prumo

Aqui fala-se de militares, de Pátria, de Serviço Nacional, de abnegação e sacrifício. Fala-se, também, de política, porque o Homem é um ser político por ser social e superior. Fala-se de dignidade, de correcção, de Força, de Beleza e Sabedoria

De S. Bento a Belém

01.04.21, Luís Alves de Fraga
  O Primeiro-Ministro não quis ceder perante duas vontades: a do Presidente da República e a dos deputados Parlamento. Não cedeu, invocando a inconstitucionalidade das leis ‒ populares e, talvez, populistas ‒ que aumentavam a possibilidade de as famílias e empresas em dificuldades financeiras enfrentarem a crise que a pandemia veio estabelecer. Parece um braço-de-ferro ‒ e pode sê-lo ‒ mas é, acima de tudo, uma posição consciente de quem sabe que há uma limitação (...)

Eleições, partidos, programas, e objectivos políticos

28.03.21, Luís Alves de Fraga
  A maior parte de todos nós pouco terá pensado, quando vota nos momentos eleitorais, na relação entre os partidos, os seus programas eleitorais e os seus objectivos políticos. No máximo, julgo, cada um de nós relaciona somente duas destas três variáveis: objectivo político dos partidos e programas eleitorais ou objectivos políticos e partidos políticos. Ora, é manifestamente, insuficiente ligar só duas destas variáveis. Vamos ver porquê?   De um modo geral, todos (...)

A bomba de neutrões

26.03.21, Luís Alves de Fraga
  Há já algum tempo que não vejo, nos grandes órgãos de comunicação social, referência à arma mais terrível do arsenal nuclear: a bomba de neutrões. É terrível, porque tem a particularidade de, depois de lançada, não destruir nada, absolutamente nada que seja material, para além, está claro, de matar os seres vivos. Todos. Especialmente, os humanos. Quando surgiu, a bomba de neutrões estava pensada para ser uma arma táctica de teatro de operações e não uma arma (...)

Maçonaria

22.03.21, Luís Alves de Fraga
  Dizia-se ‒ e diz-se ‒ que a nossa liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros. Ora, nada é mais falso do que esta ideia, pois, quanto mais alargarmos a nossa liberdade mais reduzimos a liberdade dos outros. Temos o exemplo do que digo na proposta feita pelo PSD sobre a Maçonaria e o Opus Dei. Então, a frase só faz verdadeiro sentido se for enunciada do seguinte modo: A nossa liberdade acaba onde começa o direito dos outros. E os outros têm direito à sua intimidade. N (...)

A Guerra Colonial

(Conceitos para a compreender e explicar)

18.03.21, Luís Alves de Fraga
O facciosismo transforma um inteligente num estúpido. O conhecimento científico explica as distorções da política.   Conceitos básicos: Poder político: é aquele que dita, domina e controla a tomada de posição da entidade geradora e gestora da decisão em determinada unidade social organizada. Legalidade: é o elemento essencial que dá força a toda e qualquer disposição ditada pelo poder político no exercício das suas funções. Legitimidade: é a força consensual de (...)

O fim de um pequeno debate

14.03.21, Luís Alves de Fraga
  Felizmente não li as centenas de páginas sobre a Guerra Colonial escritas e referidas pelo General Pedro Pezarat Correia na resposta que deu à minha crítica, pois, se o tivesse feito, à boa maneira da “diplomacia” militar, já tinha diploma de peco. Não li, mas, no essencial, estamos de acordo, embora admita que também aquele Capitão de Abril não leu as muitas que sobre o assunto redigi. Mas o tema da minha crítica nada tinha a ver com a injusta guerra começada pelo (...)

Resposta do Gen. Pedro Pezarat Correia

13.03.21, Luís Alves de Fraga
  No seguimento do meu texto de discordância e crítica à crónica do General Pezarat Correia, este deu a resposta que se segue e foi divulgada pela Associação 25 de Abril (A25A):   «Caros Associados Como prevíamos, o debate aí está. Por nós, continuamos a considerar que os dois militares de Abril - Pedro Pezarat Correia e Luís Alves de Fraga - até nem estão muito longe, um do outro. A questão assenta fundamentalmente no termo Honra! . Para uns, participar na guerra, (...)

Razão de um debate

(A primeira peça)

13.03.21, Luís Alves de Fraga
  Há dias publiquei aqui um texto subordinado ao título Os equívocos da História ou a História que convém, no qual tecia considerações críticas a uma crónica da autoria do General Pedro Pezarat Correia divulgada por email da A25A, como é habitual relativamente a este e outros autores. Ficaria pouco compreensível para todos os que aqui me seguem se escamoteasse todo o texto e dele só desse conhecimento da passagem que me motivou. Assim, para melhor compreensão, eis a (...)

Os equívocos da História ou a História que convém

10.03.21, Luís Alves de Fraga
«Se, hoje, capitães de Abril se sentem honrados por terem participado na guerra colonial, é porque admitem que os seus objetivos, a manutenção da ditadura e a preservação das colónias, eram justos. É então a altura de pedirem desculpa por terem participado no 25 de Abril que pôs fim à “honrosa” guerra e liquidou o império, essa nossa “pertença congénita”.» Pedro Pezarat Correia   “Excelente” maneira de, ao modo de Salazar, colocar a questão em tons únicos (...)

Uma página exemplar

09.03.21, Luís Alves de Fraga
  O meu Amigo e Camarada Coronel David Martelo, Capitão de Abril desde a primeira hora, mantém, há vários anos, um sítio na Internet dedicado à História, onde publica regularmente partes do seu labor de pesquisa, porque é, também, um historiador isento e imparcial. Em Março, deu à luz um excelente artigo sobre a "fúria" anticolonial que nos avassala. Sobre os combatentes da guerra em África e as suas condecorações conquistadas em campanha, respiguei a parte que se segue (...)