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Fio de Prumo



Quinta-feira, 25.09.08

O sorriso de Sócrates

 

 
Finalmente houve um político que teve a coragem de dizer ao Primeiro-ministro deste país o que todos os Portugueses — ou, pelo menos, uma larga margem deles — tinha vontade de lhe berrar aos ouvidos!
Foi ontem, na Assembleia da República, que Jerónimo de Sousa, com a autoridade que lhe vem de ser o secretário-geral do partido político que desde o tempo da ditadura reclama pelo bem-estar dos trabalhadores, chamou, com veemência, a atenção de José Sócrates Pinto de Sousa, cidadão arrogante, demagógico e incumpridor de promessas feitas publicamente, para o sorriso que estava a exibir quando ele lhe pedia explicações sérias para assuntos sérios do país.
 
Julgo que, quem tem dois dedos de testa e um pouco de massa encefálica dentro da caixa craniana e não está alienado pela propaganda deste Governo ou por ele não está comprado, pura e simplesmente detesta o sorriso cínico que Pinto de Sousa exibe em todas as circunstâncias. Um sorriso de quem governa um país onde tudo são maravilhas, quando, afinal, no nosso, tudo está pelas ruas da amargura para quem trabalha e, especialmente, para quem tem a infelicidade de ser jovem. Há por aí uns quantos nababos que, por pertencerem à família política governante, usufruem bons rendimentos. Há por aí quem esteja instalado em excelentes cargos públicos e privados. Contudo, juntos são uma minoria se comparados com todos os restantes.
 
Senhor José Sócrates guarde o sorriso para consumo lá entre os seus apaniguados, lá para onde pode ter quem o respeite (não sei bem com base em quê!), mas tenha a decência de se apresentar aos Portugueses com uma cara patibular, porque, no patíbulo, à espera da execução da pena capital, estamos todos nós! Sem qualquer tipo de vergonha, siga o conselho de Jerónimo de Sousa.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Luís Alves de Fraga às 13:40


17 comentários

De Jerónimo Sardinha a 25.09.2008 às 21:40

Meu Caro Amigo,
Impossível retocar com qualquer palavra ou ideia , o seu extraordinário primeiro parágrafo.
É uma desdita, realmente. Mas o "homem" "monta-se" numa maioria absoluta, o que lhe dá a sensação de um Bocassa ou Amin Dada. Desfaçatez é a sua máxima e desplante o seu predicado. Mas prepara-se para uma segunda remessa, se não conseguirmos abrir os olhos desta gente.
Pena que Jerónimo de Sousa continue espartilhado em preconceitos de 1917 e imponha ao partido uma visão redutora do que é a política actual. Razão, em nome de todos nós, os sofredores, tem.
Belo quadro e bem explicado.
Grito de alerta estridente.
Resta saber por quem será ouvido e quem lhe atenderá.
Grande Abraço,
Jerónimo Sardinha.

De A João Soares a 26.09.2008 às 16:52

Caro Fraga,
Tomei a liberdade de transcrever este seu post, que acho muito bom, precedido de umas considerações a propósito.
Os governantes são arrogantes, porque é humano as pessoas inferiores, quando vestem um fato novo ficarem muito inchadas de vaidade. Abusam do poder e esquecem o dever de deferência para a hierarquia a que se subordinam. Nos debates no hemiciclo entre deputados e governantes é vulgar ver-se através da TV que, muitas vezes nada de útil é transmitido aos telespectadores, vendo estes apenas uma suja guerra de palavras, como se de um mercado de peixe se tratasse, em que é notório o ar de superioridade dos governantes em relação aos membros do segundo órgão de soberania a quem, pelo contrário, devem ter respeito. Muitas vezes o ministro dos assuntos parlamentares trata os deputados como se fossem atrasados mentais, seus lacaios, parecendo que lhe subiu à cabeça o facto de ser protegido pelo Clube Bilderberg, além do facto de o partido ter a maioria absoluta, de que usam e abusam.
Um abraço.
A. João Soares (http://domirante.blogspot.com/)

De Fernando Vouga a 26.09.2008 às 16:56

Caro Alves de Fraga

Admiro a sua serenidade, Eu, só de pensar nesse velhaco, perco as estribeiras.

Um abraço

De António José Mendes Dias Trancoso a 26.09.2008 às 22:51

Meu Caro Alves de Fraga

O sr. "engenheiro" até tem bastos motivos para rir-se de nós e para nós.
Sabe que o seu "democrático" discurso embala uma maioria pacóviia, que, crente nos propagandeados "milagres", paulatinamente, nos remete, a quase todos, para o Inferno.
É gente desta, sem Princípios nem Valores, que dá razão a Aristóteles quando afirmou que " A Democracia (esta democracia, diga-se) é a etapa política que precede a Oligarquia."
E esta não está, já, aí instalada ?!

De Camoesas a 29.09.2008 às 21:47

Caro senhor António José Mendes Dias Trancoso ,

Permita-me apenas uma correcção, fundada no que se leu no site oficial do Governo de Portugal quando (à pressa) emendaram o currículo do dito cujo senhor Pinto de Sousa, nosso primeiro;
"Engenheiro" nunca! Não esteve nem está inscrito na O.E. (condição "sine qua non " para usar o título) e, no site oficial (corrigido à pressa) lia-se que era formado em "engenheiria" logo, quando muito... será "ENGENHEIRIO""...

De Jofre de Lima Monteiro Alves a 28.09.2008 às 01:38

Meu Caro Sr. Luís Alves de Fraga: subscrevo integralmente este texto, duma lucidez e clareza cristalina, até pela denúncia da máquina de propaganda encenada e ressoada pelo Senhor Presidente do Conselho de Ministros, o bacharel Pinto de Sousa, um perito em transformar a visão surreal deste país num mar cor-de-rosa. Aquele riso alarve – não sei se ri de nós ou ri para nós – é algo rígido e fingido, mecânico. Boa semana com tudo de bom.

De andrade da silva a 28.09.2008 às 02:18

Caro Camarada

A sua indignação tem toda a pertinência.
Quando se ri da tragédia de alguém, isso é escárnio, é cuspir na cara do necessitado. È um acto inaceitável.

Quando um politico ri da tragédia do seu povo é um acto sem classificação, e se um ministro Borrego é demitido por uma anedota insensata, um 1º ministro que ri, do tanto e imenso sofrimento que faz sangrar muitas almas e famílias em Portugal, não deve merecer jamais o voto de quem troça, e tão indiferentemente avalia o aperto e, por vezes, o desespero em que vivem.

Todavia os democratas que criticam ,também não podem revelar por autismo tanto desrespeito pelos portugueses concretos.

andrade da silva

De Desmancha-prazeres a 28.09.2008 às 11:38

Senhor Andrade da Silva

Os "portugueses concretos" não serão aqueles que, sistematicamente, "metem a raposa no galinheiro" ?!
Isto pergunto eu que sou quem sou.

De andrade da silva a 28.09.2008 às 21:04

Caro Concidadão

Assim será, mas muitas vezes há revolução nos galinheiros, e as raposas espavoridas cavam com lume no rabo. Os Povos, e o povo português concreto, não consentem tudo, por todo o tempo.

Temos direito a um país democrático, moderno, justo e solidário. Está ao nosso alcance. Havemos de chegar lá. As raposas terão de cavar como se tivessem fogo na cauda. Temos o direito e o dever de viver o tempo suficiente para ver este Portugal de Abril renascer das suas dores e submissões.
Obrigado.
asilva

De Desmancha-prazeres a 29.09.2008 às 21:45

Senhor Andrade da Silva
"...e o povo português concreto, não consente(m) tudo, por todo o tempo." Que povo concreto?!
Aquele que enchia o Terreiro do Paço aplaudindo a política salazarista, e, pouco tempo depois, louvava, com idêntico entusiasmo, os Militares de Abril?!
Não colhe dizer-me que, na sua grande maioria, não era o mesmo. Reconhecidos e indefectíveis apoiantes do fascismo são, hoje, os próceres da Democracia.
Quer exemplos?! Creio que não necessita...
Em defesa da "minha tese" aqui transcrevo o seguinte texto:
"A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dzemos que Sócrates não serve. o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre
valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais
apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão
ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO. Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ....e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda
a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar ospobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns. Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a
criticar os nossos governantes.
- Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
- Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta. Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se
converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...Fico triste.Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o
suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.E não poderá fazer nada..." (continua)

De Anónimo a 29.09.2008 às 21:54

(Continuação) "Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar
primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve
Sócrates e nem servirá o que vier.Qual é a alternativa?Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a
força e por meio do terror?Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a
surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os
lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente
estancados....igualmente abusados!É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone
começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam
um messias.Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada
poderá fazer.Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,francamente, tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o
responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!"
EDUARDO PRADO COELHO

Pois bem, Caro Senhor Andrade da Silva:
Isto, também penso eu, que sou quem sou.
Aceite os meus cordiais cumprimentos, extensivos ao nosso comum Amigo Manel Clemente.

De andrade da silva a 01.10.2008 às 02:21

.Caro companheiro neste debate

Tenho reflectido bastante sobre o que refere, no blogue liberdade e cidadania, que faz parte dos link deste blogue, por amizade do honrado cidadão Fraga, pelo que o pode consultar, clicando no respectivo link.

Direi que partilho das suas preocupações, mas julgo que o que narra confirma o que digo. O nosso povo não consente tudo, por todo o tempo. Não acredito em fatalismos, não acredito que sejamos um sub-povo. acredito que nos tem faltado capacidade de gerar alternativas e lideranças, por falta da formação de uma forte opinião publica e, por toda a vida política portuguesa ser feita quase exclusivamente pelos militantes partidários, julgo que é importante mudar este modelo, o que é difícil e exige militância, mas estamos a dar algum contributo.

Naturalmente que a alteração de muitos comportamentos que refere exige lideres com elevada moral e capacidade de mudarem a cultura permissiva e quase selvagem, grotesca, numa cultura do mérito, da justiça e dos valores morais. Não será nada fácil, mas temos de fazer o que podermos para alcançarmos este difícil objectivo Principal, entretanto é preciso ir ganhando terreno, através da conquista de objectivos mais modesto e secundários. É preciso lutar, lutar e lutar….
Abraço
asilva

De Desmancha-prazeres a 01.10.2008 às 20:17

Caro Senhor Andrade da Silva
Aprecio a sua tenacidade e esperança na retoma do ideário de Abril.
Abril que, em boa hora e com a melhor das intenções, os Militares "ofereceram" aos seus concidadãos e aos povos colonialmente dominados.
Mal sonhavam, contudo, que, passadas três décadas, as associações alcandoradas ao Poder - que se presumiam sérias e impolutas - estivessem eivadas de oportunistas e malfeitores.
Porém, como explicar a conivência de Militares (Reserva Moral da Nação!!!) designadamente dos seus mais elevados escalões hierárquicos, com aquela desqualificada gente?
Afinal quem é que leva o passo certo?
Isto pergunto eu, que sou quem sou.

De António José Trancoso a 01.10.2008 às 23:17

Desmancha-prazeres

O senhor é um chato.

De andrade da silva a 02.10.2008 às 01:09


Caro Amigo

Não há uma alternativa fácil quer real, quer virtual ou lógica às questões que levanta.

Todavia gostaria ,ainda ,de dizer que quando participei no 25 de Abril tinha 25 anos, e em 72, como tenente, escrevi de Angola a um outro ten. o Custódio Pereira a dizer-lhe que, na minha opinião, aquela guerra estava perdida militar e politicamente, e que nós ,os tenentes ,teríamos de fazer alguma coisa. Quando regressei estava o movimento dos capitães em marcha e ,aí ,me postei desde as primeiras horas até hoje.

Desencantei-me com 25 de Novembro, fui deportado para a Madeira, preso por duas vezes, ameaçado de morte, abandonado ao braço criminoso da Flama na Madeira, de cujas ameaças dei conhecimento ao Sr. brig Azeredo, foi preterido por duas vezes nas minhas promoções,.

Como vê tenho muitas razões para desencanto, e vejo que os que mais enganam o povo ,são os mais bem quistos até pelos partidos que mais o dizem defender, e como maior desilusão estão as guerras civis que se seguiram à descolonização, coisa para mim, então, impensável ,pois que julgava que a pobreza que vi em Angola seria um produto da colonização portuguesa , total ignorância, havia e há um muito mais forte colonialismo que o nosso, o do norte contra o Sul. Os meus 25 anos não permitiram-me alcançar essa realidade, enfim...

Todavia penso que quem andou com o povo entre 25 de Abril e o 25de Novembro viu muita trampa, mas também coisas maravilhosas.Na zona de responsabilidade da EPA levantaram-se creches, centros da 3ª idade, melhoramentos ao nível do saneamento básico e até cooperativas de consumo e também e apesar de vários oportunismo e actos revolucionários tipo América do sul que NUNCA CONTARAM COM O MEU APOIO.,quando aconteceram no Couço, já estava em Évora, fez-se um processo de transferência da posse da terra que, pelo menos, pôs aquelas terras a produzirem o que não acontecia antes e não acontece agora.

Também como chefe militar, de nível razoável, vi os soldados fazerem coisas extraordinárias. Por tudo isto acredito no povo concreto, mas já não num idílico 25 de Abril, mas…
abraço
asilva

De Anónimo a 28.09.2008 às 18:23

Caro Amigo:
[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

Caro Amigo: <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Óbviamente</A> que corroboro por inteiro a sua apreciação a tal criatura. É enervante aquele sorriso de gozo, convencido de que ainda convence alguém com os seus ditames e mentiras bacocas. Lamentavelmente ainda há quem acredite nele!!! Só o poderá fazer os nababos a quem ele e sua camarilha vão protegendo e elevando a altos cargos de garantia de futuro. Esses e muitos daqueles que beneficiam do tão apregoado apoio de reinserção social que, na sua grande maioria, só beneficia quem não quer trabalhar mas que, mesmo assim, alardeia indícios de riqueza em certas ocasiões. Um abraço de amizade. <BR>Carlos Nuno

De Alberto Almeida a 29.09.2008 às 10:08

Tenho acompanhado, ao longo dos últimos tempos, os "artigos, críticas, pensamentos, desabafos,gritos de alerta," que o mui digno companheiro de infortúnio, (permita-me que assim o baptize) tem lançado. O meu Bem-Haja... é o que se me oferece comentar. Deixei de me sentir tão só, na minha raiva para com o despudor com que o país é esfrangalhado por meia dúzia de apaniguados que só sabem legislar em seu favor e dos amigos, e inventam cargos de prestígio principescamente pagos, enquanto se divertem a achincalhar sob todas as formas instituições de prestígio, como as FAA... e fico-me por aqui.

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