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Fio de Prumo



Quarta-feira, 18.06.08

Ainda o Hospital da Força Aérea

 

 
Anda a circular na Internet mais uma intervenção da autoria do Sargento-Chefe (Reformado) da Força Aérea Carlos Nuno. Chegou-me às mãos e parece-me ser importante fixar uma parte dos textos aqui no «Fio de Prumo».
 
Em 19 de Maio do corrente ano terá o Sargento-Chefe Carlos Nuno dirigido um e-mail ao Estado-Maior da Força Aérea com referências ao Hospital da Força Aérea, porque recebeu, em 6 de Junho, a seguinte resposta, proveniente do Chefe das Relações Públicas da Força Aérea:
 
               Em resposta às questões relativas ao Hospital da Força Aérea (HFA), constantes do documento em referência, encarrega-me Sua Excelência o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, em Exercício de Funções, de levar ao conhecimento de V. Exa. o seguinte:
 
1.         O HFA presta assistência a utentes militares e civis das Forças Armadas e seus familiares, disponibilizando os recursos sobrantes ao atendimento de beneficiários da ADSE, das forças de segurança e de outros, desde que prévia e superiormente autorizados.
 
2.         A missão primária dos serviços de saúde militar tem como objectivo assegurar o apoio sanitário ao pessoal empenhado no cumprimento da missão, nomeadamente assegurando a sua prontidão para a actividade aérea da Força Aérea, sendo apenas a capacidade sobrante afecta à vertente assistencial.
 
3.         Não existe pois a garantia que uma determinada especialidade médica, por razões de serviço ou mesmo alheias a este, não tenha, num determinado momento e por um período estabelecido, de ser exercida por um único médico especialista, na impossibilidade de serem exequíveis alternativas válidas para suprimir essa carência.
 
4.         O serviço de saúde da Força Aérea tem recursos escassos, que se encontram afectos ao cumprimento da missão primária, distribuídos pelo apoio sanitário às Unidades, envolvidos em diferentes graus de formação técnico-militar e, fundamentalmente, afectos à exigente e demorada especialização médica, realizada em exclusivo fora do Ramo e consumindo recursos relevantes.
 
5.         Não existe, nem pode ou deve existir, por razões de gestão eficaz de recursos e de igualdade e equidade assistencial, capacidade de atendimento global pelo HFA em todas as áreas de especialização médica existentes, pois não é seguramente essa a vocação da Força Aérea.
 
6.         Sabem, desde sempre, todos os beneficiários dos serviços de saúde da Força Aérea que devem complementar o seu leque de meios assistenciais recorrendo a outros prestadores no âmbito do SNS ou dos acordos celebrados pelo seu subsistema de saúde, tal como acontece com todos os camaradas que não residem na área de influência do HFA.
 
7.         A Força Aérea e o seu Hospital são totalmente alheios à fixação do valor das taxas moderadoras, as quais são determinadas por Decreto-Lei para todas as Instituições da rede pública de prestadores de cuidados de saúde. Apenas prestadores privados podem, por opção, não cobrar o seu valor, numa atitude de carácter concorrencial de mercado.
 
8.         A Força Aérea é completamente alheia ao nível e à abrangência das comparticipações previstas para a aquisição de medicamentos ou de actos médicos praticados sob o regime convencionado, sendo essa matéria da competência exclusiva da ADM.
 
9.         A Força Aérea, através de toda a sua cadeia hierárquica, desenvolve um esforço conjunto e contínuo no sentido de melhorar a gestão dos recursos de saúde existentes, colocando todo o seu empenho na afectação dos mesmos à actividade assistencial do seu pessoal. Nesse sentido, foram aumentadas as capacidades de atendimento do HFA no que respeita à consulta externa e adoptadas medidas de referenciação obrigatória das consultas de especialidade e marcação de consultas subsequentes por médicos especialistas após uma primeira observação.
 
10.     A não afixação de listas nominais nas consultas externas do HFA é procedimento que apenas visa preservar a identidade dos utentes. Não compete aos doentes “controlar” quem está presente para consulta ou qual é a forma como o médico a gere. Todos os utentes têm possibilidade, através da consulta do pessoal administrativo afecto ao atendimento, de saber apenas qual a sua hora e local de consulta.
 
11.     Os responsáveis pelo HFA sempre demonstraram total disponibilidade para fornecerem as explicações e darem as informações julgadas convenientes e necessárias a todos os utentes que recorrem aos seus serviços e mostrem delas necessitarem, não havendo por isso qualquer razão que justifique críticas públicas injustas, não fundamentadas e ofensivas do seu bom nome e da sua dignidade e que não correspondam à verdade dos factos, nem contemplem o esforço desempenhado por todos.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
António Seabra Lourenço
Tenente-Coronel
Chefe das Relações Públicas da Força Aérea
 
Em face do teor desta resposta não me vou deter na crítica à análise gramatical e estilo linguístico utilizado, porque seria mesquinhez da minha parte fazê-lo, contudo, as «Relações Públicas» de um Ramo das Forças Armadas devem cuidar da sua imagem, porque são, por força do empenhamento que lhes é atribuído, o espelho desse Departamento militar; não o fazendo, vou cuidar de me debruçar sobre alguns dos itens anteriormente transcritos.
 
Entre o n.º 1 e o n.º 2 fica-se na dúvida se o Senhor Chefe do Estado-Maior da Força Aérea responde somente pelo Departamento Militar pelo qual é responsável ou, também, por todos os restantes, pois, sem margem para enganos, fala em «assistência a utentes militares e civis das Forças Armadas e seus familiares», depois, em «missão primária dos serviços de saúde militar tem como objectivo assegurar o apoio sanitário ao pessoal empenhado no cumprimento da missão» e, por fim, limita o âmbito à prontidão do pessoal afecto à «actividade aérea da Força Aérea». Em quê que ficamos? O HFA destina-se a dar assistência a utentes militares e civis das Forças Armadas ou só ao pessoal empenhado no cumprimento da missão? E, se a resposta se limitar à segunda parte, estão dela excluídos todos os militares que não sejam da Força Aérea, já que só estes poderão estar empenhados na actividade aérea da Força Aérea?
 
Quem tenha dúvidas não as vê desfeitas nestes dois itens, pelo contrário, agravam-se e é por esta nesga que se pode fazer ou deixar de fazer o que se quiser! Aliás, basta consultar a missão do HFA publicitada no site oficial da Força Aérea (clicar para ver) para se perceber a ambiguidade com que está definida. Ambiguidade que serve — ou poderá servir — para muitas interpretações, tal como adiante se verá.
 
Prosseguindo na análise topamos com algo deveras insólito.
Então não é que há uma descarada contradição quando se refere a missão do HFA! Vejamos. Por um lado, diz-se que ele se destina a prestar «assistência a utentes militares e civis das Forças Armadas e seus familiares» e, por outro, garante-se que o Hospital serve para «assegurar o apoio sanitário ao pessoal empenhado no cumprimento da missão, nomeadamente assegurando a sua prontidão para a actividade aérea da Força Aérea, sendo apenas a capacidade sobrante afecta à vertente assistencial»! O que é isto? Salvo melhor opinião, temos, de um lado alhos e no outro bugalhos! Onde ficamos? Para que serve e a quem serve, afinal, o HFA? Quem é que é militar da Força Aérea?
As dúvidas multiplicam-se.
 
Se se tomarem como devidamente medidas e ponderadas as palavras da resposta a que me venho reportando há nelas uma afirmação altamente perigosa — ou, talvez, complementar de toda a política assistencial decretada pelo Governo para as Forças Armadas e posta em execução pelo ministro da Defesa Nacional — que se consubstancia no texto do item n.º 2: «A missão primária dos serviços de saúde militar tem como objectivo assegurar o apoio sanitário ao pessoal empenhado no cumprimento da missão, nomeadamente assegurando a sua prontidão para a actividade aérea da Força Aérea, sendo apenas a capacidade sobrante afecta à vertente assistencial».
Realmente — e uma vez mais o sublinho — Sua Ex.ª o CEMFA permite-se falar pelos restantes Chefes, avocando para si a missão primária dos serviços de saúde militar e estabelecer doutrina, dizendo que só depois de assegurado o apoio ao pessoal empenhado no cumprimento da missão é que, na capacidade sobrante, se prestarão serviços da vertente assistencial! Isto é novo! Muito novo! Isto quer dizer que o pessoal militar na situação de reserva e na de reforma é capacidade sobrante! As suas famílias talvez já nem isso sejam! Mas isto, dado que Sua Ex.ª o CEMFA fala pelos restantes Chefes, é doutrina para ser aplicada a todos os Ramos das Forças Armadas! Se for, então é muito grave! Cá está a complementaridade das decisões do Senhor ministro da Defesa Nacional em relação à assistência sanitária destinada aos militares e aos deficientes das Forças Armadas!
 
Vai longo este artigo.
Deixo os meus leitores habituais com estas considerações que não resultam de nenhuma deturpação das palavras transcritas, mas permitem, com a maior singeleza, as conclusões a que chego.
Que não se me atribuam intenções que não tenho. Que assuma as responsabilidades do que eu transcrevi quem o escreveu, porque, um dia, que não virá longe, também será capacidade sobrante.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Luís Alves de Fraga às 17:31


21 comentários

De Carlos Nuno a 18.06.2008 às 21:03

Caro Amigo
Cabe-me a mim, para já, agradecer a atenção que vai tendo em relação a estes problemas, que são de todos e não só meus ou seus. Como diz, e muito bem, a capacidade sobrante chegará aos que agora devem pensar que estão imunes a tal situação. Não quero ser o fantasma das desgraças mas o que é certo é que, neste momento, o HFA não tem consulta de Gastrenterologia . O médico que assegurava este serviço está, como eu previa que pudesse suceder, em ausência para apoio à sua família. Como é que o HFA conseguirá agora assegurar o serviço de assistência ao seu pessoal operativo?.Nem pensar, então, na tal capacidade sobrante. Cá para mim a coisa vai de mal a pior mas os "entendidos" é que sabem. Ainda bem. Um abraço.

De Pica-Miolos II a 18.06.2008 às 22:27

Senhor Coronel
Que coisa!!!
Sobrantes?! Só visto, isto é, só lido!!!
Sobrantes?! Restos?! Descartáveis?!!!
É isto que a Chefia dum Ramo aceita e preconiza tranquilamente?!
Cada cavadela... cada minhoca!
Depois crispam-se todos se alguém se "atreve" a falar em subserviência...
Claro está que nenhum ex-Chefe marcará presença na lista de consultas...
Só não entendo o que significa "Coesão". Tem dois sentidos, ou, obrigatoriamente, só funciona de baixo para cima?!
Lá diz o ditado que "É mais fácil apanhar um aldrabão que um coxo".
Quem dera que este País tivesse nos postos de decisão a virilidade dos coxos.

De Fernando Vouga a 19.06.2008 às 23:39

Caro Fraga

Estamos perante mais um caso em que o CEMFA mostra à evidência que não prima nem pelo discernimento nem pelo bom-senso. Num País minimamente sério, seria de perguntar como é que ele ascendeu ao poleiro em que se encontra agora.
A criatura nem sequer se lembra que já não falta muito tempo para passar à reforma, perdão, à capacidade sobrante...

De José G. Tavares a 20.06.2008 às 11:58

Srs Coronéis
Sobre mais este infeliz esclarecimento da FAP ocorre-me uma tirada que oiço desde miúdo. É simplesmente esta: vale mais um corneteiro ( clarim p cav ) no activo que um general na reserva. E todos lá chegaram (se não morrerem entretanto ). Penso já aqui ter escrito a propósito duma situação parecida, que em tempos ouvi a um general fortes críticas sobre o modo como eram tratados os reservistas e reformados, grupo ao qual ele já pertencia. Não resisti a perguntar-lhe qual foi a sua atitude enquanto esteve no activo? Não me respondeu e mudou de tema. São assim os nossos "comandantes". Cumprimentos. Zé Tavares

De Pica-Miolos II a 20.06.2008 às 17:32

Senhor José G. Tavares

Porventura terá esquecido que a Coragem e o Bom Senso são virtudes que os "empoleirados" - no sábio dizer do Senhor Coronel Fernando Vouga - só retomam quando passam à situação de Reforma?!
Até aí, a cartilha por que regem a sua actuação tem por Artº 1º o MEDO pelo PRECEDENTE.
A lista de exemplos, como saberá, é interminável.
Porém, num País, cada vez mais culturalmente recuado, caminhando a passos largos para uma identificação terceiro-mundista, vale tudo.
Vale ou não vale?

De António José Mendes Dias Trancoso a 20.06.2008 às 23:49

Caro Alves de Fraga
Tenho lido com atenção tudo o que aqui foi sendo escrito acerca da "douta" resposta ao Senhor Sargento-Chefe Carlos Nuno.
Em troca de impressões com Amigos comuns, chamou-se a atenção para a "delícia" que constitui a mensagem (aviso? ameaça?) implícita no nº11 daquele "documento".
É bem certo que "Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita".
Um abraço.

De bo-s-ta da tropa a 02.07.2008 às 16:03

reconheço mo seu sublime sentido de atenção !
já reparou que parece quando o Oficial de dia nas bases falava (ou copiava o anterior) no relatório de serviço sobre a comida:
"aparentava bom aspecto e satisfez a que dela se serviu, não havendo reclamações"
Amén

De Camoesas a 23.06.2008 às 00:32

Quando o cidadão José Pinto de Sousa (beneficiário da ADSE) usufruiu dos serviços desse Hospital da F.A., fê-lo nessa sua qualidade de cidadão ? (uma vez que o incidente que sofreu, foi durante o usufruto das suas férias particulares e não na sua qualidade... "governativa") ...
Creio que não foi na sua qualidade de "governante" porque numa outra e anterior ocasião em que usufruia do seu DIREITO às férias, apesar de Portugal estar a arder, NÃO interrompeu o "safari".

Foi ao abrigo do nº 1 : "capacidade sobrante" prévia e superiormente autorizado (por si-próprio???) ou ao abrigo do nº 2 : "empenhado no cumprimento da missão" de aprendizagem de ski?

Quem pode manda e quem manda pode!

De Camoesas a 23.06.2008 às 01:14

A nossa consciência de cidadãos, enquanto solteiros e/ou sem descendência, leva-nos a temer esse fim de vida; “capacidade sobrante”.
A nossa consciência de pais, leva-nos a pensar que nunca o seremos (“capacidade sobrante”), leva-nos a pensar que nos será retribuído o “investimento” proporcional ao amor e dedicação que fizemos e gastámos…
A “nossa” actual consciência dos Governantes, revela-se uma forma contra-natura de estar e ser “sociedade”, sendo que esta (consciência/sociedade) é inversa ao que nos distingue dos “animais”; a capacidade de proteger os mais fracos e idosos (“capacidade sobrante”).

Caminhamos para onde queremos; temos o “poder” do voto e votámos em maioria nestes decisores da “capacidade sobrante”, que escolhem as chefias que mais tarde também elas sobrarão. Como alguém já disse: “só temos aquilo que merecemos”!

Se eu acabar num asilo, algo terei feito para merecer essa minha condição de “sobrante”;
- Não “produzi” descendência.
- Não fui um bom pai.
- Votei nos governantes errados!

P.S.
Comprei o peixe errado, quando me venderam o “Socialismo”!

De Anónimo a 28.06.2008 às 13:33

Tudo o que sem tem dito são balelas. Se estiver disposto a pagar (em cash) é bem atendido !!! Em 2007 fiz um implante dentário no Serviço de Estomatologia e não foi preciso estar naquelas filas que estão neste blog ! Estava toda a gente à minha espera !! Tal como foi feito com o primeiro ministro quando ele foi à Ortopedia!!!! Sabe bem ser tratado assim. Será que ele também pagou algum por fora ?. Paguei 280 Euros (mais do dobro do que custa ao comprá-lo mas mais barato que lá fora) – Cheque à vista para o sargento enfermeiro dono lá daquilo. Depois fui ao consultório particular dos 2 doutores que me fizeram a cirurgia e desembolsei mais 400 Euros. Ao fim de 8 meses de entregar o recibo recebi 119,06 Euros da ADM e quanto ao resto dissera-me pelo telefone: meta no IRS, não temos nada a ver que lhe tenham feito um implante !!
Como sabem o vencimento do militar é baixo portanto se ganhar mais algum por fora a motivação do pessoal aumenta em flecha – não importa que sejam ou não operacionais da “missão primária” é preciso é produzir e não dar muito nas vistas, tudo isto com o alto patrocínio de sucessivos chefes e directores daquelas chafaricas !!
Se o Piloto para transportar pessoal também cobrasse bilhete à entrada para o avião, para deitar as bombas cobrasse à hora ou à peça, se o Polícia à porta de armas cobrasse portagem, o pessoal da messe em vez de 4,03 Euros pelo almoço cobrasse 10 ou 15, o condutor quando levasse pessoal em serviço nos carros da tropa cobrasse a bandeirada e ao quilómetro, então é que era uma tropa a sério !!! Certamente andava todo o pessoal contente e motivado e era atendida toda a gente e não apenas o pessoal empenhado na “missão primária”, (que recebesse por fora claro !), não era preciso haver greves de zelo, “operações carcaça”, cordões humanos à volta de Hospitais etc..
As fotografia publicadas das filas de espera são assim um embuste e uma montagem e não correspondem à verdade - eu posso atestar! Nem precisei de marcar consulta na Central das marcações. Viva o Hospital com menos filas.



De Luís Alves de Fraga a 28.06.2008 às 13:52

Não deixei de publicar este comentário por se tratar de uma denúncia anónima. Contudo, lastimo que o autor não tenha tido a coragem de se identificar para ser possível, no local apropriado e da maneira certa, responsabilizar quem deve ser responsabilizado.
Acho pouco digno fazer uma acusação desta natureza e não a assumir.

De Carlos Nuno a 29.06.2008 às 15:16

Pouco digno e revela que é alguém que pertence à organização e que pactua com estas práticas. Mente quando diz que as fotos são montagens e ofende-me quando diz tal coisa porque fui eu que as fiz.. Sobre o preço do almoço também o posso esclarecer que já não é 4.03, aumentou. Não lhe digo para quanto. Vá lá ver. Talvez o saiba quando mais alguma vez entrar nessas tramóias que agora aponta mas que não tem o coragem de denunciar, nem tudo no sítio para assumir.

De anonimus a 02.07.2008 às 15:51

a sua ofensa é compreensível mas repare como provou o arquivamento do pocesso a Constituição por enquanto ainda defende o pessoal na Reserva, mas se o pessoal estiver no activo fica entregue a quem - a um defensor da Tropa? todos sabemos que a tropa perde todos os processos ??
POr outro lado é claro que as fotos são verdadeiras !, mas não percebe o trocadilho? Entrat pela "Porta Grande quando há cash ou outros proveitos a haver, e esperar nas filas como mostram as suas fotos para o "Zé povinho" que não paga.

De PICAMIOLOS II a 10.07.2008 às 14:24

atão na vêem que o dito nao se pode identificar
ou preferem que se chame picamiolos III, Camoesas II ou outro assim
com cartas na NET na vao lá
usem método + agressivos se não não conseguem nada

De Pica-Miolos II a 21.07.2008 às 22:39

Sr. pretenso plagiador (PICAMIOLOS II )

Das duas, uma: ou é maldoso, ou, falho de discernimento.
Se calhar, poderá, ainda, ser as duas coisas em simultâneo.
O plágio é algo muito feio, próprio de incapazes, que procedem como cucos em ninho alheio.
Embora sem pretensões literárias, qualquer leitor, minimamente atento, não deixará de notar que o arrazoado supra provém de um semi-analfabeto, que, sendo lagartixa, jamais será jacaré.
Talvez agora perceba porque o considero um pretenso plagiador.
Fique sabendo, anónimo escondido em curta fralda, que o Autor deste Blog, conhece a minha identidade.
Só nessa condição aceitou publicar os comentários, que entendi fazer sob este meu nick-name.
Esse facto, distingue o Pica-Miolos II do desqualificado PICAMIOLOS II.
De agora em diante, terá de copiar outro, porque sob aquela designação, por mim, não haverá mais.
Finalmente, resta-me lamentar que o sr. nada tenha aprendido com a riqueza das lições de civismo do Senhor Coronel Alves de Fraga.
No seu caso, foi mesmo "dar pérolas a porcos".

De Pica miolos VI a 24.07.2009 às 15:31

Sr. Sargento Carlos Nuno e Pica Miolos II e Camoesas:
Afinal a lagartixa tinha razão !!
O sargento jda Estomatologia á foi expulso da tropa aí já não rouba mais doentes. E uma dentista também lhe seguiu os passos. Falta agora deitar um pouco de NAPALM (A PJ está atratar disso !!!) para acabar com os resquícios das actividades ilicitas, que também deve haver em outros locais daquele sitio
Viva a Democracia!!

De Zé Aviador a 29.11.2009 às 16:09

Carlos Nuno sempre o mesmo oportunista desde Tancos. Aprende. Deixa de ser oportunista

De Victor Manuel Elias a 02.07.2008 às 14:02

Se há algumas coisas na vida que me revoltam, não tenha dúvidas de que a cobardia tem a primazia entre todas as aberrações que encontro em alguns pseudo seres ditos racionais. Se aquilo que escreve é para sorrir... os tempos não se compadecem com sorrisos de conveniência, antes pelo contrário.
Se falou em obediência à voz do dono, então não lhe poderei levar a mal as indignidades que se lembrou de reproduzir neste blog, que estará receptivo a troca de ideias mas não o estará para aturar imbecilidades e impertinências de quem não tem coragem de dar a cara.
Não me venha com humor da treta no que às fotografias diz respeito, porque estou a vêr que é useiro e vezeiro em usar truncagem de documentos, razão porque sabe tanto de falsificações.
Sabe que estar a chamar nomes ao Sargento (Ajudante) "que manda na Estomatologia" é de uma falta de carácter que prenuncia tudo aquilo que é, em termos de pessoa credível? Fala como alguém que não tem nada para dizer... a não ser que lhe tenha sido pedido ou imposto por alguém de quem é subserviente lacaio, para não dizer outra coisa que me apetecia dizer mas que, por respeito ao Blog onde estou a responder-lhe, me abstenho de dizer.
Senhor ANÓNIMO: Ganhe coragem de Homem e dê a cara quando quizer escrever seja o que seja tentando minimizar acontecimentos graves que estão a ser criados no dia-a-dia dos Militares na Reforma e de que deveria abster-se de comentar, porque não é pessoa isenta, como prova.

De picamiolos IV a 06.09.2008 às 10:11

ó Elias não és um camelo pois não ?
não sei quem está a chamar nome àquele individuo (Sargento) !?
se for mentira que desminta. De outra forma porque é que foi posto no olho da rua ???

De Gervásio PAtaconcio a 24.07.2009 às 15:50

OH Elias:
Queria dizer-te que afinal és um camelo!
Para saberes a PJ atacou em força no Hospital da Força Aérea e levou montes de provas do serviço de Estomatologia! Agora é com o Juiz encarregue - esperamos que não seja o mesmo da Casa Pia ou do Apito Dourado (ENTENDES!!!)
Como sabes o sargento e uma dentista foram corridos da Tropa quando- ele até fazia ao trabalho de Higienista Oral sem ter curso !!

De Ressaibido da Tropa a 09.01.2010 às 11:18

É verdade sim senhor!. A Estomatologia do HFA estava controlada por um bando de crápulas que um a um têm sido despachados. Ainda resta um resto de escumalha a quem esperamos o Juíz encarregue do processo deite a mão e sejam recambiados para casa a tratar das roseiras, que vai fazendo lá uma privadazita no horário do serviço - a que chamam "Urgências" outros chamam-lhe "Cunhas". Uma vez o doente apanhado na rede, tem a porta aberta para ultrapassar o sistema de Gestão de doentes do Hospital (apesar de a PJ ter levado as agendas das cunhas há muitas a vender!) , entra sem marcação e com hora combinada. É registado no sistema informático o tratamento feito ou um treta qualquer e enviado para o respectivo Consultório particular para ir lá acabar o tratamento que ali começou e pagar o belo . Sempre que houver complicações ou para continuar os tratamentos basta ligar par a o telemóvel ou então parecer no Serviço de estomatologia que será sempre visto. Desta forma a conversa é sempre a mesma: isto aqui não se faz no Serviço vá ao meu consultório ! Viva a Tropa! E claro pagam e ainda ficam a dever o favor.

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